30 de setembro de 2014

Meu mês no instagram #2 - Setembro

   Em setembro postei mais fotos no instagram do que de costume, me empolguei bastante principalmente pela mini viagem que fiz à São Paulo (falo sobre ela aqui e aqui), foi muito inspirador e acho que foi o que fez este mês ser tão descontraído e passar tão rápido.


Morangos, tão simples, tão lindos e tão gostosos


Carimbando o próprio braço com o trabalho de gravura (fiz aqui um post sobre o esse projeto)


Minha Hybird, mais um projeto de gravura, ela vai virar um sticker :D


Passo por esse riozinho todos os dias, e é incrível como algo tão banal pode se tornar algo tão belo com a simples mudança da luz de um fim de tarde

Porque deu vontade de sentar no meio da sala do MASP


No Parque do Ibirapuera, a caminho da Bienal, não pude deixar de tirar muitas fotos, queria ter tido mais tempo lá


Um dia lindo para mais andanças em São Paulo


Tenho tanta coisa da faculdade pra ler que nem na praia eu paro rs


Adoro tomar chá à noite, já virou rotina pra mim






28 de setembro de 2014

Hybird



Este é trabalho que fiz para a aula de gravura, a partir da proposta coletiva de desenvolver um sticker com o tema "animais híbridos".  Chamei "ela" de Hybird, um trocadilho com as palavras em inglês hybrid e bird. Sinto que vou sair colando o sticker por todos os lugares, estou adorando meu híbrido. 

27 de setembro de 2014

Na cozinha: panquecas sem leite

 
      Não costumo ter leite em casa, já que é algo que não consumo com muita frequência, então quando estou a fim de fazer panqueca, uso uma receita bem simples: em um tigela, misturo duas xícaras de farinha de trigo com uma xícara de água; você pode reduzir ou aumentar a quantidade na proporção de 2 medidas de trigo para 1 de água. Adicionei uma pitada de sal, já que o recheio seria salgado, mas é opcional; se for doce, você também pode acrescentar açúcar e/ou extrato de baunilha. A massa fica leve e ligeiramente pegajosa, como na foto abaixo. Deixo a mistura descansando enquanto preparo o recheio. Depois é só passar pra frigideira :)
Rende cerca de 8 unidades.


      Para o recheio, refoguei em uma panela antiaderente dois dentes de alho, meia cebola picada, 2/3 de tomate picado, meia cebola picada, meia xícara de brócolis picado, meia xícara de couve-flor picado e meia lata de atum.


Tcharam! 

24 de setembro de 2014

Memorando


   Mais um trabalho com proposta coletiva para a aula gravura: dessa a ideia vez foi criar um postal a partir do tema Cartografias Afetivas, que já é uma temática que nossa professora trabalha há tempo. Significa mostrar, mapear, cartografar o que te atravessa, o que te afeta, seja por meio de foto, colagem, desenho, pintura, etc.

   No meu caso, tem a ver com a casa da minha vó, mais especificamente com o chão dela, que é de tacos de madeira, onde eu e toda a minha família adoramos deitar e ficar à toa, principalmente no verão, pois a madeira é fresquinha. Eu sou muito ligada à minha família e o chão da casa da minha vó sempre me remeteu a muitas memórias familiares, da minha infância e a um estado de leveza, de simples felicidade.

21 de setembro de 2014

Os chocolates coloridos e diferentes The Frosted Petticoat

follow the colours the frosted petticoat chocolate 05 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat


Quem desenvolve essas delicadas lindezas é uma cozinha da Califórnia, nos EUA, chamada The Frosted Petticoat. Lá eles produzem chocolates coloridos em formato de caveiras, poltronas, botões, folhas e máquinas fotográficas.
Também dá para escolher a partir de uma cartela de cores. A única tristeza é que eles não vendem pro Brasil. 

Dá uma olhada nas cores e no detalhamentos dos chocolates:


follow the colours the frosted petticoat chocolate 04 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat
follow the colours the frosted petticoat chocolate 06 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat follow the colours the frosted petticoat chocolate 07 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat follow the colours the frosted petticoat chocolate 08 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat
follow the colours the frosted petticoat chocolate 09 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat
follow the colours the frosted petticoat chocolate 10 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat follow the colours the frosted petticoat chocolate 11 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat follow the colours the frosted petticoat chocolate 12 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat
follow the colours the frosted petticoat chocolate 13 Os incríveis chocolates coloridos The Frosted Petticoat
[Via]

19 de setembro de 2014

Um dia e meio em São Paulo - Parte II



[Esse post é uma continuação de Um dia e meio em São Paulo - Parte I]

       No segundo (e último) dia em São Paulo, levantamos cedo e pegamos um metrô para a Pinacoteca onde está acontecendo a ótima linda e maravilhosa exposição dos trabalhos de Mira Schendel, artista que tem um estilo inclassificável, mas que perambula entre o figurismo, abstracionismo, entre outros; ela trabalha muito com a relação espaço-tempo, devido à sua formação em filosofia. 

       Depois fomos a Estação Pinacoteca ver "Truth and Fiction", uma vasta seleção de obras do Leonilson, um dos meus gravuristas favoritos. Almoçamos e fizemos algumas compras na Liberdade e finalizamos o dia no Museu da Imagem e do Som, com Castelo Rá-Tim-Bum - A Exposição (porque Castelo Rá-Tim-Bum é simplesmente minha infância).







 



Eu e as minhas amigas entramos em estado de total nostalgia andando pelos cenários do Castelo.



E acabou, de volta pro ônibus, hora de ir embora. :(


16 de setembro de 2014

Um dia e meio em São Paulo - Parte I


Semana passada tive a oportunidade de viajar para visitar a 31ª Bienal de São Paulo com o ônibus faculdade, assim, não precisei arcar com o custo do transporte interestadual. Contudo, tempo era curtíssimo: tínhamos um dia e meio para ir a muitos lugares, afinal não nos contentaríamos em ir apenas na bienal. Sei que o melhor jeito de se apreciar/vivenciar arte é com calma, mas não podíamos nos dar esse luxo. Haja energia, foi uma correria e tanto! Mas com certeza valeu a pena.

Como fiz muitas fotos, resolvi dividir em duas postagens, e além destas provavelmente vou fazer uma separada com as fotos que fiz com a câmera analógica, pois vou demorar pra revelá-las.

O ônibus chegou em São Paulo às 11h da quarta-feira, deixamos as coisas no hotel, almoçamos e fomos correndo para o MASP, onde havia uma exposição fotográfica coletiva baseada no livro de Ítalo Calvino, Cidades Invisíveis; também demos uma olhada no acervo do museu. Depois pegamos um ônibus para o Parque do Ibirapuera, onde está acontecendo a 31ª Bienal de São Paulo (yaaay).




Matando uma antiiiga saudade









A 31ª Bienal
   É a primeira vez que visito uma bienal, então é obvio que, sendo uma estudante de Artes Visuais, eu estava empolgada. E dos trabalhos que estão lá expostos, acho que é normal você não achar todos incríveis; a verdade é que no final, você só vai ter gostado e vai se lembrar de apenas uns 4 ou 5 trabalhos que mais te chamaram mais atenção. Os meus favoritos foram: Map, de Qiu Zhijie; Sem título, de Éder Oliveira;  The Revolution Must Be a School of Unfettered Thought, de Jakob Jakobsen e María Berríos; Of Other Worlds That Are In This One, de Tony Chakar; Video Trans Americas, de Juan Downey e Inferno, de Yael Bartana.

   O que não gostei muito foi uma certa "elitização" que se criou pelo fato de que só era dito o nome da obra, o nome do autor e de onde ele era, o que dificulta, para os menos familiarizados, o entendimento das obras mais conceituais, tornando-as, ao que me parece, muito superficiais aos olhos destes, perdendo assim sua significação.

 Map. Qiu Zhijie


Sem título. Éder Oliveira


 The Revolution Must Be a School of Unfettered Thought. Jakob Jakobsen e María Berríos


Of Other Worlds That Are In This One. Tony Chakar


Video Trans Americas. Juan Downey